Com muito orgulho, trago aos nossos leitores mais um post de um dos membros de nossa comunidade. A Solange completou no dia 17/06/2009 os primeiros 5 meses sem fumar. Este é seu terceiro post aqui no blog - o primeiro foi “A cor do vicio” e o segundo “Eu o(a) declaro..Ex-Fumante!”. Espero que apreciem a leitura!
Parar de Fumar - Consciência ou Empolgação
É o terceiro artigo que escrevo para o blog, mas acho que este talvez seja o que melhor se enquadre à situação de muitos ex-fumantes, inclusive eu.
Ultimamente minhas visitas ao blog ficaram mais espaçadas e agora, voltando ao contato diário, me surpreendi com o crescimento do número de membros. Esse aumento de pessoas que procuram parar de fumar é um ótimo sinal.
Mas um outro fator que me chamou a atenção, foi notar que frequentadores assíduos simplesmente desapareceram, sem deixar qualquer aviso: “Consegui e Não Preciso Mais de Ajuda”, “Vou Sumir por um Tempo”, “Vou Voltar a Fumar” ou “Vou Fumar por um Tempo”, “Cansei de Tentar”, ou coisa parecida.
E, por experiência das outras vezes em que tentei parar, esse “apagão”, na maioria das vezes, não é um bom sinal. É sinal de que se não vamos “ASSUMIR”, melhor “SUMIR”.
É bem certo: aqui no blog, ninguém deve satisfação a ninguém; ninguém aconselha, apenas sugere; ninguém ensina, apenas expõe.
Todos estamos no mesmo barco. Porém, chegar ao destino ou não é escolha de cada um de nós. De que forma chegar também.
Há quem prefira pular do barco e seguir a nado, sozinho. É natural. Às vezes as pessoas se cansam das companhias, não querem solidariedade; querem provar prá sí próprias que podem ir sozinhas e chegam do mesmo jeito. É um grande passo ou melhor, uma bela braçada, daquelas que fazem qualquer um se encher de orgulho de si mesmo. Mas… “Hei, você aí, que decidiu pular e nadar até a margem! Chegou? Olhe prá trás, ainda estamos aqui, remando. É. Nós mesmos. Aqueles amigos com quem você compartilhava suas dificuldades prá abandonar o vício e prá quem você abria os braços e, com a mesma intensidade, retribuía o conforto.”
É claro que todos nós, que continuamos aqui, ficamos felizes por aqueles que se afastaram porque conseguiram. Seria maravilhoso que todos os “sumiços” fossem por essa razão. Alguns até são. Mas sabemos que muitos não.
É óbvio que nenhum de nós quer recair. E se isto acontecer, acho que poucos divulgariam. Não por quererem mentir, em absoluto. Assumir uma simples recaída ou uma volta ao vício, muitos acham que poderia enfraquecer os demais. Tornaria natural o “vou tentar de novo”. E não queremos nem podemos viver só de tentativas. Elas fazem parte mas, uma hora, uma dessas tentatativas terá que deixar de sê-lo para se tornar fato, definição.
Uma outra razão prá se afastar pode ser “ter que sair do palco”. Interessante. Li o “post” de um amigo no blog (codinome beija-flor (???); não, é codinome biscuit - RO) que, com muita clareza, tocou nesse assunto. Também no blog, outra amiga, há meses atrás (Suzana – cadê você, menina?), citou esse deslumbre que sentimos nos primeiros dias, principalmente passadas as semanas das crises de abstinência.
Enquanto somos notícia, enquanto as luzes estão todas dirigidas prá nós, ahahah… que delícia!!! Somos os donos do palco e, sem exageros, merecidamente. Sério!!! Merecemos as homenagens, merecemos os elogios, merecemos todos os confetes. Afinal, foi com muito esforço que chegamos ali.
Para sermos os protagonistas da história nos privamos do que nos dava prazer, comemos e tomamos água sem parar e a expelimos pelos olhos marejados de mágoa, de raiva, de angústia, de repressão, de stress. Merecemos sim os holofotes. E então empinamos o peito, erguemos a cabeça e desfilamos pela rua, embasbacados com nossos momentos de fama. Esquecemos que eles são passageiros, que os holofotes brilharam e brilharão sobre outros protagonistas, de outras histórias, porém, no mesmo palco. Temos que descer e dar o lugar. Tem gente nova chegando. Graças a Deus! Vamos aumentar a corrente. Não quebrá-la. Vamos agregar conhecimento, experiência.
Nossos dias, semanas ou meses de destaque terminaram. Já não somos mais manchete na família, no círculo de amigos, no trabalho. Não ouvimos mais: “Fulano parou de fumar! Viu só que força de vontade?! Por que você também não para?” Não somos mais citados como exemplo. Ser ex-fumante já faz parte da rotina e ninguém mais nota que paramos de fumar. Afinal, não é mais novidade.
Se o processo começou pela consciência e, infelizmente, terminou ao fim da empolgação, ainda não foi desta vez. Prá dar certo, a consciência tem que “pesar mais” (no melhor dos sentidos). A empolgação pode até existir, mas não pode prevalecer.
Já, se o processo começou na empolgação, mesmo que em uma aposta entre amigos, na base do “vamos ver quem é capaz”, e partiu pros rumos da conscientização, tem toda chance de dar certo.
O período de destaque nos comentários do nosso círculo faz bem. Os elogios e a sensação do “novo estilo de vida” nos encanta. Como disse nosso amigo, “tava me sentindo o rei da cocada”. E é exatamente aí, quando pinta essa segurança toda, que a máscara cai e o inimigo retoma seu lugar, vencendo todo o nosso esforço, nossa auto-estima, nosso amor próprio, a batalha que considerávamos ganha. Tornamo-nos, novamente, membros do clube dos fracos e viciados, sem auto-controle, incapazes de lutar contra poções de veneno enroladas em papel.
Vamos educar nossa mente; o perigo está somente nela.
Vamos vibrar com nosso empenho em abandonarmos o vício e trabalhar isto com a máxima atenção, sem desviar o foco. Vamos festejar cada dia sem fumar e agradecer os elogios.
Porém, temos que nos preparar, principalmente, para dar continuidade ao nosso show particular quando as luzes se apagarem e a platéia for embora.
O APLAUSO QUE MAIS CONTAGIA É AQUELE QUE RECEBEMOS DE NÓS MESMOS.
Continuo torcendo por todos, contando com a ajuda de todos e disposta a ajudar no que estiver ao meu alcance.




19/06/2009 as 9:37 am
Olá
Sou Português e algum tempo ando a seguir este Blogue. Tenho 34 anos e fumo a 20. Por isso um vicio de longa data. Deste 2006 que faço desporto, neste caso atletismo. Entrei para esta modalidade por 4 razoes, (1) saúde, (2) manter o corpo, (3) deixar o cigarro, (4) por ter o mesmo nome do melhor atleta português de todos os tempos ” Carlos Lopes”. Varias apostas fiz com amigos, varias vezes tentei parar, mas não conseguia, era mais forte que eu. Muitos amigos falavam..” se deixares de fumar, es atleta andar nos primeiros lugares”. Realmente, não é uma questão de ser narciso, realmente com o cigarro faço boas marcas em tempos, sem o cigarro devia melhorar entre 30 à 35% no rendimento. No dia 7 deste mês, tive uma prova de 10 kms, no qual queria melhorar o meu tempo. até ao km 5 ia super bem, marca de campeão, mas depois veio o pior…. parei mais de 6 vezes. Precisava de ar, precisava de ” parar”. parava, corria, e fiz um tempo péssimo. Péssimo, para mim, se fizer um balanço geral, fiquei nos 150 primeiros no meio de 3 mil atletas. No dia a seguir da prova, estava mal comigo mesmo, fui treinar e quando cheguei em casa, peguei no maço que tinha, estavam lá 3 cigarros.. Falei para mim mesmo ” Nunca mais fumo”. e assim estou a 15 dias sem tocar num cigarro… k sinto vontade fumar vou comer.. isto não é comentário, mas um contentamento
19/06/2009 as 11:19 am
Carlos, parabéns pelos 15 dias! Que se completem muitos 15 dias futuramente. O nome do atleta você continuará tendo, o corpo atlético, provavelmente, também. Mas vai mudar prá muito melhor a sua saúde, sua resistência e as suas marcas. Desejo muito que na próxima vez você consiga atingir os 10 km. Torço por você em todos os sentidos (atlético e anti-tabagista). Muito carinho.
19/06/2009 as 3:19 pm
Olá minha amiga. Que bom que está de volta. Agora é minha vez, eu estou trabalhando muito, estou com pouco tempo. Estou muito feliz por ter feito 08 meses sem o cigarro. Concordo com voce quando diz que as pessoas somem na maioria porque não conseguem parar e é dificil mesmo assumir isso, pois acredito que passa como um fracasso, e na verdade , nós que estamos do lado de cado, estamos no mesmo barco. Estamos sujeitos a uma recaida a qualquer momento, não estamos livres disso e não somos superiores pelo tempo que paramos. Hoje por coincidencia, fiquei muito nervosa no serviço e por um momento pensei, “quer saber, vou voltar a fumar”, mas foi só de momento. Chegando em casa fiquei sabendo de uma amiga que fuma muito, e agora vai ter que parar pois está com um edema na garganta por causa do cigarro. Aí eu penso, não quero isso para mim. O sofrimento deve ser muito maior. Estava cm saudades, não suma mais. Um beijão
20/06/2009 as 8:34 am
Olá solange gosto muito de ler suas materias aqui no blog elas suavisam me anima muito eu preciso do blog para seguir sempre em frente e firme pois se tem uma pessoa que ñ quer voltar a fumar sou eu!Como já disse ñ usei medicamento nenhum, fumante compulsiva como fui, nervosa, acho as vezes que foi por Deus ter parado assim drasticamente e ñ ter recaido.Muito obrigado por suas palavras que servem como impulso para todos nós.
20/06/2009 as 2:42 pm
Ana querida, você está sempre presente, mesmo que se ausente. No meu coração, da Gláucia e de todos os nossos amigos que já tiveram oportunidade de trocar mensagens com você. Obrigada pela força que você sempre me dá, no blog e fora dele. Também senti saudade e espero que você reapareça logo. Muitos beijos.
20/06/2009 as 9:12 pm
Olá Solange, que bom que retornou. Sabia, lógico, que seu sumiço não significava que havia voltado a fumar rs rs rs… Assim como a Gláucia, o tempo tem horas que nos impede de fazer tudo o que queriamos não é mesmo? Mas isso faz parte. Interessante que eu estava pensando eaxtamente nesse assunto. Embora eu esteja em contato com o Blog ha pouco mais de 2 meses, já sinto falta de algumas pessoas. Pessoas que entraram aqui praticametne na mesma data, e que já não aparecem mais… Já dei umas “chamadas” mas sem resposta… Acho que não devo insistir, pena. Mas fico também a me perguntar: Será que se eu voltasse a fumar, viria aqui e falaria? Penso, como vc mesma citou, que talvez isso fosse negativo para as pessoas que ainda estão por aqui tentando… Acho que as pessoas que voltaram a fumar e sumiram possa ser por esse motivo. É logico que tbm deve haver outros motivos além desse, e realmente ninguém é obrigado a participar nem dar notícias… mas a gente sente falta sim. Bom, aguardo novs post seus. Sempre que der um tempinho, escreva pra gente. Abraços.
21/06/2009 as 12:02 pm
@ Cilene, obrigada pelos comentários. Eu a admiro muito pela força que teve em largar o cigarro sem medicamentos, dependendo exclusivamente de você mesma. Espero que aqui você encontre sempre todo o apoio que precisar e também ajude todos nós com a sua experiência. Vamos mantendo contato. Um beijão.
@ Sergio, meu amigo, obrigada por tudo. Tenho lidos seus comentários no blog e pude ver como está forte e firme. Fico muito contente com isto, pois quanto mais amigos a gente tiver prá nos darem exemplo, mais nos fortalecemos. E você é um exemplo também. Um beijo, meu querido.
22/06/2009 as 8:58 am
Olá Solange!
Quando decidi parar, foi com certeza à mando da consiência, porem em pouco tempo a empolgação tomou conta do processo. Como vc disse, ela também é importante motor na batalha contra o cigarro, mas não é bom que reine absoluta, o melhor é que coexista sempre com os argumentos e objetivos reais.
O fim dos elogios externos - ao invéz de esmorecer - deve ser comemorado como mais uma importantissima etapa da conquista dessa nova vida, a caminho da dissociação total do nosso ser com o cigarro, afinal não é isso que realmente buscamos?
Estão esquecendo que fumavamos? Parabéns pra nós!
22/06/2009 as 10:39 am
Puxa! Você enxergou longe. A empolgação não pode tomar conta e o fim dos elogios deveria ser visto como um bom sinal. Mas quando queremos um pretexto, sempre arrumamos, não só com relação ao tabagismo, mas a tudo na vida: “voltei a fumar porque não tive mais estímulo dos amigos e da família, porque o remédio que me ajudava é muito caro, etc. etc.” Não é fácil mesmo. Todos nós sabemos disto. Mas, se fosse fácil, não precisaria haver campanhas, blogs, tratamentos. Infelizmente, Renato, não há receita. O que serviu prá mim, pode não ser eficaz prá você e vice-versa. Mas o que podemos fazer, aqui, uns pelos outros, é continuar essa corrente, é continuar nos dando as mãos prá que cada um consiga vencer da melhor maneira. Vamos continuar, se Deus quiser.
22/06/2009 as 10:49 am
Cara amiga, acho importantíssimo esse vínculo que se forma em meio a adversidade. Falar amenidades, brincar, quem não gosta? Mas relatar sofrimento, exige uma certa humildade e desprendimento. Ler depoimentos aqui deixados aumenta a força de vontade, ao mesmo tempo que coloca tudo numa perspectiva bastante realista. Ninguém aqui diz que é fácil, mas sim que é possível parar. Algumas pessoas “somem” pq voltaram a fumar e não querem admitir, até mesmo para não dar “mau exemplo”. Besteira… Quem quer voltar a fumar volta e pronto… SE fosse o meu caso, daí sim é que eu voltaria mais e mais, pq aqui encontraria quem pudesse me compreender sem julgar. Acima de tudo, esse é um espaço de apoio, de ajuda mútua. Tenho escrito e-mails, deixado msgs para algumas pessoas e só tive um retorno, mas tudo bem. Só quero que saibam que podem contar comigo, para um desabafo, uma oração sincera, não estamos aqui para julgar ninguém, somos como elos de uma corrente, juntos somos mais fortes.
Abraço carinhoso!
22/06/2009 as 6:26 pm
Tita, me desculpe se não fui de encontro ao que você pensa ou sente, mas não entendi o que você quis dizer com “vínculo que se forma em meio à adversidade”. A meu ver, nenhuma adversidade atingiu os membros do blog, graças a Deus. Deixar de fumar é difícil, sim, mas estamos procurando, todos juntos, tornar esse propósito menos aflitivo para cada um. Não há qualquer drama nos rodeando; o que há é uma força comum nos impulsionando para atingirmos o mesmo objetivo. E para seguirmos no nosso propósito, precisamos abdicar velhos hábitos e até certos prazeres. E isto, é claro, causa desconforto, mas nada que, com ajuda e união, não possamos conseguir. Os motivos para, às vezes, nos ausentarmos do blog podem ser diversos. Eu não quis dizer, necessariamente, que os ausentes sucumbiram. Só coloquei que a possibilidade existe. Para todos. Inclusive para nós que ainda estamos aqui. As pessoas não são iguais, graças a Deus. Eu, sinceramente, não sei se frequentarei o blog e admitirei meu fracasso, no caso de uma recaída. Como citei no artigo e você ratifica acima, muitos se ausentam para não dar “mau exemplo”. Outros já teriam reação diferente, como você, que continuaria a pedir ajuda, o que admiro muito. Quanto aos retornos que você ainda não teve, não se aborreça. Eles acontecem quando menos esperamos. Eu própria me recordo de ter trocado uma mensagem com você, quando leu meu artigo anterior. Não se sinta menos importante por isto. Cada peça tem seu valor. Cada elo da corrente é necessário para mantê-la unida. Tenho certeza de que aqui, ninguém pretendeu ou demonstrou a mínima intenção em julgar quem quer que seja. E asim continuaremos nossa luta, unidos, amigos, no mesmo barco, sem qualquer diferença entre nós. Receba meu abraço amigo e o desejo de que você continue forte e presente.
22/06/2009 as 8:39 pm
Solange, peço-lhe que me perdoe a má colocação da palavra “adversidade”. Acontece que as vezes ouvimos e repetimos uma palavra sem lembrar que ela pode ter mais de um significado. Para mim, de coração, a palavra tem a conotação de “momento difícil”, delicado, apenas isso. E creio mesmo que belas histórias de amizade podem nascer de um apoio mútuo, acho que compartilhar festas é fácil, mas dividir dificuldades nos humaniza. Eu tb não quis dizer que todos que se ausentaram recairam, aliás estou chegando agora, como saberia? Essa é apenas uma hipótese. Há pessoas que quando se sentem suficientemente fortes querem “virar a página”, nada mais justo. Cada um, cada um. Outra coisa, meu único intuito de receber respostas seria o de ajudar com uma palavra de carinho, não tenho conhecimento suficiente para prestar esclarecimentos, não sofro de estrelismo, nem vim aqui como quem participa (apenas) de um clube social, vim para aprender com quem entende do assunto. Sinto muitíssimo por qualquer mal entendido, isso não vai mais acontecer. Obrigada por tudo, que Deus abençoe vcs, é o que desejo de todo meu coração.
23/06/2009 as 4:38 am
Tita, querida, acho que o que houve foi realmente um mal entendido. Eu, talvez, tenha interpretado de forma errada as suas palavras. Também peço desculpas se isto aconteceu. O fato de você estar chegando agora não significa que tenha menos conhecimento. Aqui, todos sempre foram benvindos e sempre serão. Todos tem experiências boas prá transmitir para os outros, que servem como auxílio e conforto. Conto, sempre, com as palavras de carinho de cada um, com o apoio e o conhecimento que cada membro do blog tem. Aqui encontrei toda a ajuda que eu precisava prá começar minha batalha, que ainda é muito recente e nunca considerarei ganha. Ser fumante é lutar o resto da vida contra o vício. Qualquer deslize pode nos fazer cair novamente. Conto com a sua ajuda, com o apoio que sei que tem prá dar e com a sua amizade. Você sabe que, se eu puder ajudar, o farei. Um beijo carinhoso.
26/06/2009 as 6:41 am
Acredito que para mim já passou a faze da empolgação de parar de fumar. Hoje parar de fumar p/ mim representa um objetivo de vida. Já falhei várias vezes, utilizando vários métodos…acredito que eles ajudam bastante, mas se não estivermos realmente determinados e preparados psicologicamente acabamos sucumbindo. Estes últimos dias eu estava muito deprimida em função da minha última recaída. Pude tirar lições de cada recaída que tive, aprendi a conhecer minhas fraquezas…e agora devo procurar evitar determinadas situações e lutar…lutar muito… Mas reuni forças, recomecei c/ os adesivos e bup. Desistir jamais!!
30/06/2009 as 9:53 am
fumava há 12 anos. nunca, antes, havia tentado parar. não posso negar até q gosto de fumar, mas hoje estou no meu primeiro dia sem cigarro, cm ajuda de adesivo. Estou bem feliz, não pelo fato de considerar estar sendo fácil meu dia, mas estou sendo capaz, e hei de conseguir ficar sem ele! encontrar vcs, foi uma benção! conto cm a ajuda de vcs, e espero tbm poder ajudar! Bjus no coração! e bjuus sem cheiro de fumaça! rs
2/07/2009 as 5:09 pm
Eu justo hoje depois de dias sem entra para ler,ligo o pc e venho dar uma olhada eu cheia de culpa pois hoje dei uma resvalada e fumei 1 cigarro comprado alvulso.Na hora foi muito prazeroso mas depois me bateu uma culpa, arrependimento, mas lendo o blog me lembro que sou humana passivel de erros, e que posso aprender com eles. e foi isso que achei aqui, não devo me escoder afinal se reconhecer o meu ato, fica mais facil lidar com essa fraqueza que me fortalece a cada momento mais e mais sera que me faço entednder é que as ideias vem e vou em frente. hoje eu resvalei e vou cuidar para que isso não aconteça novamente. mas se acontecer continuarei tentando um dia eu consigo. fazia 54 dias sem cigarro. bjs e obrigada a todos.
5/07/2009 as 1:47 pm
Gente, é a 1ª vez q tento parar, depois de fumar durante 30 anos. Depois de uma gripe, resolvi ñ fumar mais. Sem medicação tá sendo difícil, embora faça 8 dias q só fumo 2 cigarros por dia. Há 2 dias q ñ fumo nada. Acho q vou partir pra um adesivo ou remédio, pq ñ quero recair. Q vcs acham q seria o melhor????? Vcs tem mais experiência c o assunto. Quero uma opinião. Obrigada por essa oportunidade. Abraços pra todos.
15/07/2009 as 7:38 am
Oi gente! Hoje é o meu 3º dia sem cigarro, confesso que não esta sendo desesperador, pois estou usando o adesivo, mas esta sendo triste, uma sensação de tudo sem graça.Mas acho que com o tempo isso vai passar. Um abraço a todos!!!!!
5/05/2010 as 7:24 pm
[...] Vejo que esse distanciamento acontece naturalmente com os frequentadores e membros do blog que superam o vício, comportamento inclusive citado por nossa amiga e membro do blog - a Solange Simão que escreveu um post sobre este assunto. [...]