Rede de Daniel guimarães de souza

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  1. 19/04/2010
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    Solange Simão

    Ôi, Daniel! Não suma, não. Dê notícias, mesmo que esteja fumando. É como a Graça diz na mensagem que deixou prá você. Mesmo fumando ela fez amigos no blog. Eu e ela nos falávamos sempre, trocávamos e-mails. Mas acho que a ”Graça ficou sem graça” por não ter conseguido parar. Sempre é tempo, mas há um momento que temos que decidir, como eu disse prá você outro dia: escolha uma data. Não podemos ficar só na intenção. Mas também ninguém é obrigado a não fumar. É escolha de cada um. Não é fácil, eu sei bem. Mas com amigos, tudo fica mais ameno. Estou aqui se puder ajudar. Beijos.

     
  2. 15/04/2010
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    Olha Daniel, é assim…rsrsrs
    Vou e volto, o vicio não é facil nao…rsrsrs
    Temos que ter muita força de vontade e perseverança…rs
    Beijossss

     
  3. 02/04/2010
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    Olá, Daniel,
    Entrei no blog há mais de um ano, mas faz muito tempo que não o visito porque, como você, também dei uma parada e voltei a fumar. Isto me deixou tão triste que tenho vergonha de visitar meus amigos e de fazer novas amizades. Acho que, por ter me afastado, nunca mais recebí notícias dos amigos no e-mail; tlvez tenha algo no bloga, mas como disse, há muito tempo não o visito.
    Quando me sentir mais forte, retomarei o agradável convício com todos voces.
    Boa sorte.
    Abraço
    graça

     
  4. 31/03/2010
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    Daniel guimarães de souza

    Drauzio – Que resposta você dá a um fumante que lhe pergunta a extensão dos danos já causados pelo cigarro em seu organismo?
    Daniel Deheinzelin – Essa pergunta é muito difícil de responder. Para ser exato, seria necessário repetir sistematicamente os testes de esforço para acompanhar a evolução do caso. Não existe um exame isolado que permita determinar a área lesada do pulmão.
    Na verdade, o interesse das pessoas resume-se nisto: saber o tamanho do estrago, porque sempre há esperança de não ter havido lesão alguma apesar dos incontáveis cigarros fumados. Agindo assim, a decisão de largar de fumar pode ser adiada para quando os sintomas da doença forem mais evidentes.

    Drauzio –Na cabeça dos fumantes, existe uma lógica que não é correta: “Fumo há 40 anos e o cigarro só danificou esse tanto. Para estragar o dobro, vai levar mais 40 anos. Daqui a 40 anos já estarei morto com certeza. Então, posso continuar fumando que não fará a menor diferença”.
    Daniel Deheinzelin – Faz muita diferença. Há um momento em que o estrago cresce de forma exponencial, não é mais somatório. Esse é um problema sério para as pessoas com 50, 60 anos que fumam desde a juventude e procuram o médico porque já apresentaram a manifestação de alguma doença. Quando alertadas de que a tendência é piorar se continuarem fumando, retrucam: “Ah! Mas eu já fumei 30 anos e só agora senti alguma coisa. Por que tenho de parar de fumar se, por certo, não viverei mais 30 anos?” Sinto dizer que essas contas nunca estão corretas. Às vezes, basta um ano para o quadro deteriorar irremediavelmente

     
  5. 31/03/2010
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    Andréa Lima

    Força amigo, eu tbm achava que não pararia nunca e veja só, mais de 40 dias e nem penso em voltar, ainda sinto saudades mais penso que o cigarro morreu e o que ficou foi só a saudade mesmo. Bjão